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EVOLUÇÃO DO TECIDO DA CARCAÇA DE CORREIAS TRANSPORTADORA

Algodão: Constituída exclusivamente por lonas de tecido de algodão. Este material foi largamente empregado na construção de correias transportadoras por muitos anos, devido a sua fácil obtenção e versatilidade em diversas aplicações. Contudo, o desenvolvimento das pesquisas em torno das fibras sintéticas, demonstrou que estas se apresentavam com muitas características que superam as apresentadas pelo algodão. Atualmente com sua fabricação descontinuada

Algodão e Nylon: Era um tecido combinado de urdume de algodão com tramas de nylon. Carcaças deste tipo eram recomendadas em aplicações que requeriam uma vigorosa e excessiva resistência da correia. Atualmente com sua fabricação descontinuada

Nylon e Rayon -   Carcaça desenvolvida para instalações que se apresentavam com tensões excessivamente elevadas e onde as correias eram submetidas a impactos violentos. A carcaça de Nylon/Rayon era um tecido combinado de urdume de nylon, de alta resistência e baixo índice de esticamento, de excelente capacidade tensil e com alta resistência a impacto e rupturas. Atualmente com sua fabricação descontinuada

Nylon: Tecido urgido e tramado com fios de nylon. Carcaça de alta resistência a impactos, porém com alto índice de esticamento. Com a desenvolvimento das carcaças de Poliester/Nylon  tornou-se um produto tecnicamente ultrapassado.

Poliester e Nylon: Tecido com poliester no urdume e nylon na trama. Carcaça que apresenta alta resistência a impactos e baixo índice de esticamento. Atualmente é a carcaça mais usada no mundo em razão do seu custo-benefício.

Aramida: Tecido de alta resistência a impactos e tensão, porém com baixa relação de custo benefício. 

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